O que as rádios não tocam.

The Black Eyed Peas estão chegando a Brasília em Outubro, e isso me faz lembrar de quando eles vieram pela primeira vez, em 2006. Naquela época, eu era muito fã do grupo – ainda sou, mas nunca mais acompanhei seus passos como antes; e com toda a alegria do mundo, fui ao show. Esse ano, não pretendo ir. A ênfase eletrônica do último CD, The E.N.D., não me atraiu tanto quando as batidas e misturas de ritmos de Monkey Business e Elephunk. Ainda assim, pensar em Black Eyed Peas me faz lembrar que a maioria das pessoas só conhece os hits que tocam nas rádios, que é justamente onde as melhores músicas não estão.

É claro que eu não sou nenhuma especialista em música, e tudo o que escrevo se baseia nas minhas opiniões, mas após rodar por vezes sem conta Elephunk e Monkey Business no meu antigo CD player, posso dizer que conheço bem o som do BEP. Então vamos lá:

Elephunk
Primeiro álbum com a participação de Fergie, teve como grande sucesso “Where is the Love?”. Também ficaram famosas “Shut up” e “Let’s get retarded”.
Entre as boas desconhecidas, destaco “Latin girls” e, especialmente, “Sexy”, que usa uma melodia brasileira e cuja mistura de batidas gera um ritmo envolvente, literalmente, sexy.

Monkey Business
Famoso por “Pump it”, “Don’t phunk with my heart”, “Don’t lie” e, principalmente, “My humps”, Monkey Business tem muito mais oferecer em outras músicas, acredite.
Deixadas de fora pelas rádios, as melhores músicas do álbum são: “Like that”, “Audio delite at low fidelity” e “Union”, com a participação de Sting. Também com uma participação mais do que especial, “They don’t want music”, com o infelizmente já falecido James Brown, é excelente tanto em letra quanto em melodia.

The E.N.D.
Mais dançante e com uma batida muito mais eletrônica do que os anteriores, tem como destaque “I got a feeling”, “Boom boom pow” e “Imma be”.
Esse álbum, devo admitir, escutei dez vezes menos do os dois anteriores, mas gostei muito de “Alive” e “Meet me halfway”.


O show

22 de outubro, estacionamento do Mané Garrincha.

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2 thoughts on “O que as rádios não tocam.

  1. Minha história com BEP é bem parecida. Minha música preferida é Sexy (L). Quanto será o ingresso ein?
    Tava Lendo os outros textos do blog, parabéns pela iniciativa Rê.
    Mas cara, uma das coisas mais difíceis que eu acho no meio artístico é fazer crítica. Não sei se dar pra ser justo levando em conta a subjetividade.
    Mas enfim, é bom ler opiniões bem argumentadas.
    Besos!

  2. Com certeza, escrever críticas é uma coisa muito difícil, requer muito conhecimento. Justamente por isso que eu não tenho uma pretensão tão alta. Como estou recém construindo meu conhecimento na faculdade e na vida, vou escrevendo aqui apenas as minhas opiniões.
    Mas obrigada por ler^^

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